O amor era, acima de tudo, compromisso e dedicação, era acreditar que o passar dos anos com uma determinada pessoa iria criar algo maior do que a soma daquilo que ambas poderiam conquistar separadamente.
Chega uma hora em que a gente se pergunta: será que eu sou bom mesmo? Será que sou boa pessoa? Será que faço as coisas certas? Será que fiz as escolhas que devia ter feito?
O problema é que nessa de não saber se gosto ou se não gosto, o coração fica curioso e prefere pagar pra ver. E eu paguei pra ver… E foi aí que eu me dei mal.